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Alerta para o câncer de boca

O câncer de boca é um problema sério. Merece o máximo de cuidado, e o diagnóstico deve ser feito o quanto antes. Os profissionais de saúde, principalmente os dentistas, fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas devem estar preparados para o reconhecimento desta patologia que atinge milhões de pessoas.

Os cânceres com até 1 (um) centímetro de diâmetro são mais fáceis de tratar e possuem maior chance de cura. Quando o diagnostico é feito muito tarde, já com a disseminação para os linfonodos da região mandibular e do pescoço, as chances de cura diminuem.

Fique atento aos sinais

Alguns sinais como afta com mais de 7(sete) dias sem apresentar melhora, feridas nos lábios ou língua, cores diferentes na região bucal, alterações na gengiva, aumento de volume, caroços ou dor de origem desconhecida em pescoço, boca ou face, procure um especialista nas áreas de cirurgia buco-maxilo-facial, patologia bucal ou estomatologia.

O câncer bucal pode estar associado a outros tipos de câncer, mas é bem raro.

Recentemente, fiz um levantamento no site do INCA e vi que pesquisas atuais apontam que a França e Hong Kong são os países que apresentam os maiores casos de câncer de boca. Anualmente, surgem 350 mil novos casos no mundo, e só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil pessoas são atingidas por esta patologia bucal. Já no Brasil, estima-se 11 mil novos casos.

Você sabia que o tabagismo aumenta as chances do câncer bucal?

E o risco ainda é maior quando o fumante também é alcoólatra.

O câncer bucal pode acometer as regiões de lábio e de cavidade oral (mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua oral e assoalho da boca).

Os fatores de risco, que também aumentam as chances do desenvolvimento do câncer bucal, são idade superior a 40 anos, vício de fumar, consumo de álcool, má higiene bucal e uso de próteses dentárias mal adaptadas.

Prevenção

Não se expor ao sol sem o uso de protetor solar, não fazer uso de enxaguatórios bucais com álcool, não fumar, não ingerir bebida alcoólica, manter uma boa higiene bucal, ter uma boa oclusão das arcadas dentárias, e ir regularmente ao dentista. Além de procurar um especialista ao menor sinal de lesão na região bucal.

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